Dispersos somos nós,
Acreditando em silêncios que dizem mais que deveriam.
E foi no silêncio que te vi partir
Acreditando na paz de nós dois.
E foi na paz de nós dois que a noite me viu chorar
... Em silêncio.
E na queda que se seguiu,
Um estrondo mudo.
Teria o mundo ouvido desalento meu?
Teria pelo menos um pouquinho de paz este mundo seu?
Este mundo meu como rocha.
Houve silêncio...
... E perdura.
Afundando como pedra num oceano.
sábado, 11 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Completude.~
Nascido da infinitude do universo, infinito hei-de retornar a ele.
Mas por este momento, nada sou.
Uno com a terra, esta chama ainda há de aquecer.
Na tranqüilidade.
E todo o azul do mar que preenche nossa alma.
Sou uno com o universo.
Permanência.
Uma paz de espírito.
Um momento longe da contagem do tempo.
Eternamente eu.
A liberdade almejada finalmente alcançada.
Um anseio realizado ressoando no infindável.
Um sonho com formato de nuvem.
Uma nuvem para cada sonhar.
... Um despertar para mim.
Mas por este momento, nada sou.
Uno com a terra, esta chama ainda há de aquecer.
Na tranqüilidade.
E todo o azul do mar que preenche nossa alma.
Sou uno com o universo.
Permanência.
Uma paz de espírito.
Um momento longe da contagem do tempo.
Eternamente eu.
A liberdade almejada finalmente alcançada.
Um anseio realizado ressoando no infindável.
Um sonho com formato de nuvem.
Uma nuvem para cada sonhar.
... Um despertar para mim.
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