domingo, 18 de novembro de 2012

Lar atado ao pulso.~



Hoje dancei no banheiro...
E jamais poderia ter me sentido tão livre.
Hoje escrevi uma oração para todos os ateus...
E eu jamais me deixarei sozinho de novo.

... Estes espaços vazios!
Preenchidos com vontades infinitas.

Eu a amo!
E isso é tão triste.

Sussurros que eu quero ouvir nesta noite!
... E depois desaparecer!

A cidade vazia,
A presença solitária,
O Lar atado ao pulso!

... Onde quer que eu vá,
Onde quer que você esteja...
Uma vida feliz, dois filhos e um cachorro...

Sobre essas imensidões e o mar, Deus! Eu choro! ... E eu te amo! E eu te amo! E eu te amo! E eu não serei sozinho enquanto houver estes abismos inexplorados! Enquanto eu for uma criança e olhar para profundidades em busca de aventuras! ... Dos dias mágicos a dois e das tempestades arrasadoras, destes fins que nos construíram... Eu me lembro, me lembro de tudo e jamais vou me esquecer.

... Porque hoje há um garoto assustado no fundo do abismo e eu posso olhar para ele e sorrir, lhe estendo a mão e ele se agarra ao meu braço (ele toca o Lar atado ao meu pulso) ... Ele sabe! Ele sente! ...

... A vida jamais será a mesma!
A vida jamais será segura!

Enquanto ele sobe suas lágrimas caem no infinito escuro!
... Ele está feliz!

Há um sorriso no Lar que ele não consegue esquecer!
Ele a ama! Ele a ama! Ele a ama! ...

... E ele busca este sorriso,
Porque de alguma forma, ele é seu também!