quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Humanas ou exatas?~
Sou extremante hábil para entender o que dispõem de varias interpretações, mas completamente débil pra entender o que só tem uma...
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Leão Adormecido.~
Todos estes guerreiros e urros de batalha!
Todas estas criaturas épicas... Super-homens dos campos de batalha.
Como amo ser esta borboleta!
E todos meus poemas e livros.
Lugares altos e brandos que ouso trilhar em vôo.
... Mas há o leão!
E ele clama no fogo por esta paixão ardente,
Este desejo incontrolável de ser leão, e urrar tal como um rei!
Este lúcifer de vistosa juba dourada,
Despertará no brandir dessas espadas!
... Altivo leão adormecido.
Todas estas criaturas épicas... Super-homens dos campos de batalha.
Como amo ser esta borboleta!
E todos meus poemas e livros.
Lugares altos e brandos que ouso trilhar em vôo.
... Mas há o leão!
E ele clama no fogo por esta paixão ardente,
Este desejo incontrolável de ser leão, e urrar tal como um rei!
Este lúcifer de vistosa juba dourada,
Despertará no brandir dessas espadas!
... Altivo leão adormecido.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A jaula dos mundos. ~
Pela calçada onde passo, paralelo a mim, expostos à vitrine livros presos...
... E pensam os livros: “Preso está tu!”
E preso estou eu, quando passo quase em fuga,
Quando escapam meus olhos à atenção destes seres estáticos, estas capas em cores, estes mundos selados.
Vou-me vivendo neste mundo deixando para trás tantos outros, o paraíso ou o Inferno de Dante ao alcance do virar de páginas.
Um passo... Dois e me esqueço, e deixo escapar a inspiração melindrosa, o poema pronto.
Como soam tristes estes passos adiante.
Paralelo a mim? Sei não! Não me importa mais, é parede... O que desejo ficou para trás!
Se meus passos voltassem no tempo, romperia estas vitrines e roubaria todos estes mundos só para mim.
... E pensam os livros: “Preso está tu!”
E preso estou eu, quando passo quase em fuga,
Quando escapam meus olhos à atenção destes seres estáticos, estas capas em cores, estes mundos selados.
Vou-me vivendo neste mundo deixando para trás tantos outros, o paraíso ou o Inferno de Dante ao alcance do virar de páginas.
Um passo... Dois e me esqueço, e deixo escapar a inspiração melindrosa, o poema pronto.
Como soam tristes estes passos adiante.
Paralelo a mim? Sei não! Não me importa mais, é parede... O que desejo ficou para trás!
Se meus passos voltassem no tempo, romperia estas vitrines e roubaria todos estes mundos só para mim.
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