Cercado pelos vinte e sete,
quem sou, quem fui!
No oceano, no deserto...
Vinte e sete mãos estendidas.
A areia dos velhos tempos se foi!
O mar revolto, a fúria das ondas, não mais!
Tudo quanto sou. Tudo quanto fui.
Todo meu destino nas mãos dos vinte e sete.
Um convite no ultimo dia da existência,
Vinte e sete corpos viram pó, tornam-se mar.
Levados pelo vento, drenados pelo sol.
E sim! Foi luz e calor quando o vigésimo oitavo chegou.
E tudo que sou e tudo que fui fez sentindo,
... No beijo que o vigésimo oitavo me tomou!