Novamente apelos de uma página branca.
... Às vezes transparente, tão sem cor.
E a pena que aguarda adormecida pelo beijo no tinteiro.
Minha bela adormecida.
Há pó em quase tudo aqui,
Sobre a escrivaninha, nas cartas que cansei de ler...
Há pó nas nuvens que passam pesadas.
Nos avelhantados livros mal empilhados que não li.
Uma brisa em meu rosto,
Uma brisa sacudindo a pena...
As nuvens pesadas desabam em chuva.
Toda poeira transforma-se em tinta!
A inocente página branca não esta mais nua.
... Haverá luz após o entardecer.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Indesejado Reencontro.~
A vida fica sem graça na graça que o outro faz,
na mutua incompreensão da gafe que é viver.
Aforismos e desaforos,
Palavras e gestos pornográficos,
à minha frente uma estatua nua e torneada sente vergonha alheia.
Estatua libidinosa mais beata que eu e você.
Por um segundo meus olhos furtivos encontram os seus,
meu corpo paralisados e minha alma em fuga frenética.
Nossos corações como pedra-sabão deixam escorregar nossa razão,
nossa esperança e fé passa por nossos dedos como areia fina.
Lugares que desejaríamos não estar são memórias que desejamos esquecer.
na mutua incompreensão da gafe que é viver.
Aforismos e desaforos,
Palavras e gestos pornográficos,
à minha frente uma estatua nua e torneada sente vergonha alheia.
Estatua libidinosa mais beata que eu e você.
Por um segundo meus olhos furtivos encontram os seus,
meu corpo paralisados e minha alma em fuga frenética.
Nossos corações como pedra-sabão deixam escorregar nossa razão,
nossa esperança e fé passa por nossos dedos como areia fina.
Lugares que desejaríamos não estar são memórias que desejamos esquecer.
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