Tocar o firmamento,
Ser tal qual uma estrela.
Navegar num oceano de café!
Brincar de contar vaga-lumes celestes.
Ir tirar uma soneca na Lua.
Quem sabe ajudar o coelhinho da Lua a amassar bolinho de arroz.
Vivendo em um planetário...
Cantando no vácuo debaixo de uma chuva de asteróides.
Correr de autorama nos anéis de Saturno.
Laçar um cometa e voltar para casa.
Há um universo em nós!
E um planetário no topo da gente!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Allegro moderato.~
Os carros passam no centro da cidade
Ignoram as folhas secas do outono que bailam de cá-para-lá
Folhas secas carregam consigo certa nostalgia
Dias na varanda do prédio observando o mundo...
... Vendo a noite passar.
E eu carrego em meu peito uma pequena chama
Tão tímida que mal pode me esquentar
Allegro moderato eu vou...
Ignorando os carros que passam,
Bailando com folhas secas...
... Esperando algum combustível para meu coração.
Ignoram as folhas secas do outono que bailam de cá-para-lá
Folhas secas carregam consigo certa nostalgia
Dias na varanda do prédio observando o mundo...
... Vendo a noite passar.
E eu carrego em meu peito uma pequena chama
Tão tímida que mal pode me esquentar
Allegro moderato eu vou...
Ignorando os carros que passam,
Bailando com folhas secas...
... Esperando algum combustível para meu coração.
Triste ma non troppo.~
Um dia para se esquecer,
Ou um dia para toda a vida.
Todo o mundo passa diante de mim,
Nas calçadas da cidade um garoto e seus fones
Uma trilha sonora para a vida diz:
“Todo mundo passa...”
Passo como se indo contra a correnteza
Triste ma non troppo...
Quando faço do mundo meu refugio
Como o corpo que contrai antes de receber o carinho
Ou um dia para toda a vida.
Todo o mundo passa diante de mim,
Nas calçadas da cidade um garoto e seus fones
Uma trilha sonora para a vida diz:
“Todo mundo passa...”
Passo como se indo contra a correnteza
Triste ma non troppo...
Quando faço do mundo meu refugio
Como o corpo que contrai antes de receber o carinho
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Esquife vazio.~
O mais doloroso intocado sentimento.
Palavras impensadas...
Um buraco maior que o “eu’
Imagens pulsantes.
Descontrole absoluto
Fuga descontrolada.
Contato com o nada.
Pessoas vazias.
Imaginários distorcidos.
Mentiras que machucam.
A falta de tudo que nos cerca.
Rejeição paterna.
A multiplicação do sofrimento.
Crianças infelizes.
Almas desperdiçadas.
Diagnostico falso.
Todo o ‘dia a dia’ que asfixia
Ruínas entre quatro paredes...
Toda fuga para o ‘Eu’ resultando em solidão.
Negação do ‘Eu’.
Auto-extermínio necessário...
No rompimento da fina linha da vida, a aniquilação de um mundo.
... E eu não anseio permanecer aqui!
Palavras impensadas...
Um buraco maior que o “eu’
Imagens pulsantes.
Descontrole absoluto
Fuga descontrolada.
Contato com o nada.
Pessoas vazias.
Imaginários distorcidos.
Mentiras que machucam.
A falta de tudo que nos cerca.
Rejeição paterna.
A multiplicação do sofrimento.
Crianças infelizes.
Almas desperdiçadas.
Diagnostico falso.
Todo o ‘dia a dia’ que asfixia
Ruínas entre quatro paredes...
Toda fuga para o ‘Eu’ resultando em solidão.
Negação do ‘Eu’.
Auto-extermínio necessário...
No rompimento da fina linha da vida, a aniquilação de um mundo.
... E eu não anseio permanecer aqui!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Dez do seis.~
(Mad Hatter's Day)
Ergam suas xícaras de cafeh aos céus e agradeçam ao coelhinho da Lua. O Donut é sagrado, o waffer não.
Ergam suas xícaras de cafeh aos céus e agradeçam ao coelhinho da Lua. O Donut é sagrado, o waffer não.
terça-feira, 9 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
Bons ventos.~
Jogando palavras ao vento para que elas caiam em algum lugar e aprendam a voar sozinhas.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
... Dos sonhos dos meus sonhos.~
Olhando para as paredes da minha vida cinza...
Livros, caixas e borboletas se amontoam.
Há um mar em algum lugar por aqui, mas perdeu-se.
Sobra então, deixado para trás, um navio cheio de sonhos meio enterrado na poeira de minha própria essência. Sua vela ainda arqueia com firmeza quando vento vem empurrar.
Que pena pó não ser mar!
E o ar que acaricia minha face no inverno é como beijo frio...
Deixa em minha pele a marca de um arrepio.
... Tão agradável!
Que pena o pó...
Relembranças de castelos que ergui com minhas próprias mãos no mundo de fadas em que vivi.
E o vento vem carregar! Espalhando pedacinhos de castelo sobre livros, caixas e borboletas.
Arremessando castelos por sobre as paredes da minha vida cinza, semeando o concreto dos meus sonhos em terra fértil.
Livros, caixas e borboletas se amontoam.
Há um mar em algum lugar por aqui, mas perdeu-se.
Sobra então, deixado para trás, um navio cheio de sonhos meio enterrado na poeira de minha própria essência. Sua vela ainda arqueia com firmeza quando vento vem empurrar.
Que pena pó não ser mar!
E o ar que acaricia minha face no inverno é como beijo frio...
Deixa em minha pele a marca de um arrepio.
... Tão agradável!
Que pena o pó...
Relembranças de castelos que ergui com minhas próprias mãos no mundo de fadas em que vivi.
E o vento vem carregar! Espalhando pedacinhos de castelo sobre livros, caixas e borboletas.
Arremessando castelos por sobre as paredes da minha vida cinza, semeando o concreto dos meus sonhos em terra fértil.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Em dias como este...~
(ao dia de hoje, que foi especial sem nada de especial)
Ah! Sabe-se lá!
Talvez somente o sol brilhando mais, mesmo coberto pelas nuvens de dias de inverno.
Ou... Sei lá!
Talvez somente um azul mais alegre.
Em dias como este, até mesmo o amargo do cafeh sacia a sede com euforia...
Bem, quem sabe...
Talvez um dia pra se lembrar dos bons dias como aqueles dias.
Meus ‘nadas’ tão cheios de tudo. Hoje mais radiantes que ontem...
E há de vir o sono, mas antes estarei caminhando de mãos dadas com a Lua em um céu de prata... E quando ela se for, darei boa noite ao Sol desejando sonhar com o dia de hoje.
E se amanha o azul triste voltar...
Memórias.
Ah! Sabe-se lá!
Talvez somente o sol brilhando mais, mesmo coberto pelas nuvens de dias de inverno.
Ou... Sei lá!
Talvez somente um azul mais alegre.
Em dias como este, até mesmo o amargo do cafeh sacia a sede com euforia...
Bem, quem sabe...
Talvez um dia pra se lembrar dos bons dias como aqueles dias.
Meus ‘nadas’ tão cheios de tudo. Hoje mais radiantes que ontem...
E há de vir o sono, mas antes estarei caminhando de mãos dadas com a Lua em um céu de prata... E quando ela se for, darei boa noite ao Sol desejando sonhar com o dia de hoje.
E se amanha o azul triste voltar...
Memórias.
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