Hoje dancei no banheiro...
E jamais poderia ter me sentido tão livre.
Hoje escrevi uma oração para todos os ateus...
E eu jamais me deixarei sozinho de novo.
... Estes espaços vazios!
Preenchidos com vontades infinitas.
Eu a amo!
E isso é tão triste.
Sussurros que eu quero ouvir nesta noite!
... E depois desaparecer!
A cidade vazia,
A presença solitária,
O Lar atado ao pulso!
... Onde quer que eu vá,
Onde quer que você esteja...
Uma vida feliz, dois filhos e um cachorro...
Sobre essas imensidões e o mar, Deus! Eu choro! ... E eu
te amo! E eu te amo! E eu te amo! E eu não serei sozinho enquanto houver estes
abismos inexplorados! Enquanto eu for uma criança e olhar para profundidades em
busca de aventuras! ... Dos dias mágicos a dois e das tempestades arrasadoras,
destes fins que nos construíram... Eu me lembro, me lembro de tudo e jamais vou
me esquecer.
... Porque hoje há um garoto assustado no fundo do abismo
e eu posso olhar para ele e sorrir, lhe estendo a mão e ele se agarra ao meu
braço (ele toca o Lar atado ao meu pulso) ... Ele sabe! Ele sente! ...
... A vida jamais será a mesma!
A vida jamais será segura!
Enquanto ele sobe suas lágrimas caem no infinito escuro!
... Ele está feliz!
Há um sorriso no Lar que ele não consegue esquecer!
Ele a ama! Ele a ama! Ele a ama! ...
... E ele busca este sorriso,
Porque de alguma forma, ele é seu também!