Dias se apagando após dias se apagando...
Onde costumava existir sombra... Um vulto... Um devaneio...
... Apagam-se as luzes nas ruas da cidade grande.
Silêncio e medo... Silêncio e medo...
De quem são as silhuetas quando não há luz?
Quem sou eu fora da luz?
A sombra que me segue cobre o mundo na falta da luz,
Prédios, campos e toda a gente.
Tudo desaparece na presença de minha sombra...
Um assassinato quando são acesas todas as luzes e tudo pula de volta em mim.
... Um assassinato de fato.