A nossa flor morreu,
E na morte da flor morri também eu.
Nossa flor de sonhos regada,
Agora despedaçada e abandonada.
Era sonho todo meu eu,
... De amor e coisas eternas.
Mas a flor escureceu.
Escureceu o mundo em mim...
... Quando minha lágrima caiu,
Vi nossa flor murchar,
Eternidade não havia mais.
Efêmeras são as coisas em sonhos regadas,
... Pois não há amor que suporte,
A força de uma lagrima uma vez derramada.