Desses laços cujo me foram inseridas amarguras.
De deveres que dizem que devo seguir...
De onde existem esses vínculos, tão puros, como dizem?
... Na noite. São laços ou grilhões?
O tabaco...
O cheiro do álcool...
A porta fechada...
A criança que não dorme ouvindo a mãe chorar.
Pedem-me para cuidar do homem que nunca cuidou de nada.
Pedem-me para amar o homem que plantou medo em meu coração.
Meu medo não me deixa abrir a porta.
Meus dedos tremem a chave na fechadura.
Não sei cuidar.
Quando chega o Silêncio....
Ninguém ousa falar...
Da noite que cresce sedenta
No peito do inocente a gritar.