sábado, 5 de junho de 2010

Valge Laev.~

Dos sons que ecoam das profundezas,
Criaturas sem face vagam... Em torno da grande sombra.
E as ondas que se seguem deste movimento,
Acordam sonhos afundados.

Uma sombra ressurge no abismo,
... Move-se, o grunhido da madeira a muito esquecida,
Revive velhas memórias cobertas de limo.
E se arrasta! Arranca o limo...

Os fantasmas dos velhos navegantes!
Todos despertos em festa...
Velas alçadas na escuridão sem fim.

Uma onda sacode o tempo,
O velho Navio volta à cena.
Há uma sombra a crescer... No Mar.