Quando tudo era escuro, quando tudo que havia diante de meus olhos era névoa.
Eu era feliz.
Eu era feliz por acreditar no infinito do universo,
Nos intermináveis caminhos.
Eu temi tatear no escuro, atravessar a névoa.
Navegar pelo universo.
Um dia tudo passou... Escuridão, névoa e o universo.
E não havia caminho diante de mim, nem alegria ou medo.
Quando tudo foi mistério.
Quando tudo foi descoberta.
Eu era feliz.
.
.
.
Silêncio eterno.
Silêncio mudo que não grita.
Grita!
Não grita...
E tudo esta claro, tudo faz sentido. Tudo pode acontecer... Tudo acontece.
E não há mistério, nem mesmo na lágrima que não desfecha.